domingo, 15 de novembro de 2020

Apresentação do autor Pacard - Escritor

  


 
 

Caro empresário

Cara empresária!

 

Sou Pacard(Paulo Cardoso) escritor, brasileiro, gramadense.

Sou autor, independente, e desta forma, escrevo, reviso, edito, e publico os meus livros, em plataforma digital, para que viabilize a distribuição, tanto digital, quanto impressa de meus livros.

Gostaria de oferecer à sua empresa, a possibilidade de adquirir alguns exemplares de minhas obras, para circulação entre seus colaboradores, bem como oferecidas como brindes comemorativos.

Ao adquirir minhas obras, estará contribuindo para que mais livros sejam produzidos,  distribuídos, e compartilhados.

Para adquirir meus livros, basta escolher o título, e clicar nos links, que serão direcionados às plataformas de vendas (Amazon, ou Clube de Autores). Cada plataforma tem características próprias de edição, impressão e comercialização, como:

www.amazon.com.br, que distribui meus livros em mais de 60 países. Já a plataforma www.clubedeautores.com.br, faz a distribuição em território nacional.

O pagamento das obras adquiridas, feito nas plataformas, assegura que eu receba os direitos autorais (royalties), de forma segura, e justa.

Por gentileza, leia, doe, e divulgue meu trabalho.

Além dos livros, ofereço também minhas palestras, em temas relacionados com a literatura, ou sob demanda, além de biografias que escrevo, também sob demanda.

Seguem imagens de meus trabalhos, e outro arquivo, em PDF, mostrará as sinopses de cada livro, e os links de acesso ás plataformas.

Caso não queira acessar pelos links, pode entrar diretamente dos sites da AMAZON e CLUBE DE AUTORES, e lá proceder a busca pelo nome dos livros, ou pelo meu nome, PAULO CARDOSO/ PACARD

 

Muito obrigado

Pacard

 

48 999 61 1546   whatsapp

dpacard@gmail.com

 

Visite meu blog:

 www.dpacard.blogspot.com.br

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domingo, 8 de novembro de 2020

A invenção da cueca e da calcinha - Apolônio Lacerda é Istória


Pois a história que se conta é muito diferente da que verdadeiramente (verdade é uma certeza que a gente tem, quando olha dentro de si num quarto escuro) acontece. 

Primeiro, vieram com aquele pelo do Diógenes, que morava num barril, carregava um vela de corozena, vestia uma cuequinha bacaninha, e ficava campiando por uma pessoa verdadeira (homem, pois mulher não valia nada naquele tempo, e tem umas que não valem ainda hoje. Homens também entram na lista da infâmia, quando se prestam a isso). Mas, de fato, não foi assim que tudo começou. E eu vou contar como tudo começou, senão não faria sentido esse texto.

Pois a coisa era assim: Todo mundo andava que nem bicho: pelado, peludo, e cas côsa balanceando para lá e para cá. Era assim que era. Um dia (uns dizem que foi um dia, outros falam em início da noite, isso não há registro certo), veio um vento das bandas do oriente, mas não era um vento qualquer, não senhor. Era um vento que deixava o Minuano, lá do Rio Grande, ou o Vento Súli, aqui em Fronópixx, envergonhados, abichornados, acabrunhados, e completamente desenxabidos, pela pequenez da côsa.

E como nem tudo que é ruim chega sozinho, o tal vento trouxe junto uma poeira danada, e dentro dessa poeira, uma praga, mas que praga que era, barbaridade. Carregou umas baquetéria medonha de tão tinhosa, que atacavam o sistema evacuatório-mictal, e começava por uma escorrimentozinho mequetrefe, que subia pelos dutos excretores, matando a flora e a fauna intestino-mictória, a peçôa desatava a tussir, lá por bácho, promovendo um churrio incomensurável, uma caganeira bagual, e um mijoleteio irreparável. Era feia a côsa.

Pra piorar a situação, isso se alastrou rapidamente pelo mundo inteiro. E as benzedeiras, estupefatas, perplexas, decidiram que o bão memo pra côsa, seria proteger e evitar a propalação das baquetéria, pois não havia cura nem valcina à vista em curto prazo.

 E foi o que decidiram. A partir dali, todos, em todos os lugares, deveriam usar uma espécie de máscara (Más = marvadas, Cara = Fucinho, então: Máscara = Côsa ruim pra tapá as fuça), à qual, pela etimologia, chamaram de Cuéca (Cu + Éca. Eu faria apenas um reparo, pois como a cuéca não cobre apenas o Friduino, supracitado, deveria se chamar também de "Pistoléca"), e como dizia a palavra, o furico da peçôa, para proteger os pinduricáio dos taura, e...bem, as senhoras também tinha que se potrejêr das baquetéria), e desde então, nunca mais ninguém deixou de usar cueca e carçola, que é uma carça curta pra quem não tem pingola.




A morte do Teiú e o marasmo da vida

O lagarto Teiú é muito comum pelas matas, e até pelas áreas arborizadas das cidades. Aqui mesmo, onde moro, tem uma pequena reserva de mato,...